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Gestão Financeira

O que você vende no cartão bate com o que o banco repassa?

Na maioria das empresas, não bate. Segundo a Maestro, 80% das empresas que iniciam auditoria de cartões encontram divergência — e esse dinheiro tem dono.

Onde o dinheiro vaza

Valores retidos

Vendas que a adquirente processou mas nunca chegaram inteiras na sua conta.

Taxas acima do contratado

Taxa administrativa e anuidade cobradas além do acordado — e ninguém confere linha a linha.

Antecipação não contratada

Antecipações de recebíveis aplicadas sem você ter pedido, com custo embutido.

Falta de contrato formal

Sem formalismo, a operadora ajusta condições — e o prejuízo fica invisível na conciliação.

Como a auditoria funciona

1

Conferência automática

A plataforma cruza num lugar só: o que foi vendido x o que era pra receber x o que caiu no banco.
2

Exame pericial de até 5 anos

Busca retroativa competência a competência — o volume acumulado costuma surpreender.
3

Recuperação do que é seu

Divergência documentada vira cobrança fundamentada contra a adquirente.
Vale também pra apps de entrega: os repasses de iFood e similares entram na mesma conferência.

Sinais de que sua empresa tem dinheiro preso

Se você reconhece um destes, a auditoria tende a achar divergência:

O valor que cai nunca bate com o que o relatório da maquininha prometia
A taxa mudou e ninguém avisou — ou você nunca conferiu a taxa contratada
Antecipação aparece sozinha no extrato, com custo que você não pediu
Conciliação manual — planilha na mão ou nem isso, há anos
Vendas canceladas/contestadas que nunca voltaram
Mais de uma maquininha e nenhuma visão unificada dos repasses

O que a auditoria entrega

1

Relatório de divergências

O que foi vendido x o que deveria cair x o que caiu — competência a competência, com o valor da diferença.
2

Base documentada pra cobrança

Cada divergência com sua trilha, pronta pra fundamentar a recuperação junto à adquirente.
3

Rotina pra não voltar a acontecer

Conciliação contínua implantada — o vazamento para de sangrar daqui em diante.

Conciliação é obrigação contínua

A conciliação compara o movimento financeiro com a escrituração contábil e evidencia as diferenças — e deve ser contínua e ininterrupta, com segregação de função. Contra os sistemas das adquirentes, quase nenhuma empresa sustenta isso na mão.

Quem vende no cartão — crédito ou débito, qualquer adquirente
Quem vende em app — iFood e similares
Quem antecipa recebíveis — contratado ou "contratado"
Quem nunca auditou — 5 anos acumulados de diferença potencial

Perguntas frequentes

Como sei se tenho valores a recuperar das maquininhas?
Só a conferência revela — mas o padrão do mercado é forte: a grande maioria das empresas que auditam encontra divergência entre o vendido, o previsto e o que caiu na conta.
Vale pra qual adquirente?
Qualquer uma (Stone, Cielo, Rede, GetNet e similares) e também repasses de apps de entrega. O checklist do PDF usa a Stone como exemplo de exportação de relatórios.
Quanto tempo retroativo dá pra auditar?
O exame pericial busca até 5 anos retroativos, competência a competência.
O que costuma gerar as diferenças?
Valores retidos, taxas acima do contratado, antecipações aplicadas sem pedido e ausência de contrato formal com a operadora.

Veja também

Leve o material completo

A apresentação completa + o passo a passo pra exportar seus relatórios (exemplo Stone):

Apresentação (PDF)Checklist Stone (PDF)

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